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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

POR FAVOR URGENTE!


Estamos diante de um grande desafio. Por favor! neste momento o nosso irmão pb. Juari Barbosa está com esta mensagem em seu blog:



"AMADOS IRMÃOS E IRMÃS LEITORES DESTE BLOG, VENHO ATRAVÉS DESTA SOLICITAR ORAÇÕES E INTERCESSÕES A FAVOR DO MEU FILHO MAIS VELHO, ELE SE ENCONTRA NA UTI EM COMA INDUZIDO NO HOSPITAL MODELO DE CUBATÃO.O NOME DELE É ANDERSON, ELE ESTÁ COM MENINGITE, EM CREIO NAS ORAÇÕES DO POVO DE DEUS E O NOSSO SENHOR VAI OPERAR MILAGRES.DESDE JÁ AGRADEÇO E ABRAÇOS.EM CRISTO,PB. JUARI BARBOSA E FAMILIA"...................................................................................................


POR FAVOR, anunciem em seu blog esta solicitação. E enviem uma mensagem de apoio a este momento tão difícil. O Senhor poderá atender a nossa oração, após ouvi-la. Eu creio!Grato a todos!

pr. Newton Carpintero - servo

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

TAPETINHO VERMELHO


Uma pobre mulher morava numa humilde casinha com a sua neta muito doente. Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de 2 horas até à cidade próxima em busca de ajuda.
Ao chegar ao único hospital público da região foi aconselhada a voltar para casa e trazer a neta, para que esta fosse examinada.
Quando voltava, desesperada por saber que sua neta não conseguia sequer levantar-se da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado numa Igreja, resolveu pedir ajuda.
Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão em oração. As senhoras receberam a visitante e, após se inteirarem da história, convidaram-na para se ajoelhar e orar pela criança.
Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já se levantavam quando a mulher lhes disse:
- Eu também gostaria de fazer uma oração. Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram: - Não é necessário. Com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar. Ainda assim a senhora insistiu em orar e começou: "Deus, sou eu, olha, a minha neta está muito doente. Deus, assim eu gostaria que fosses lá cura-la. Deus, pega numa caneta que eu vou dizer onde fica.
As senhoras estranharam, mas continuaram a ouvir. - Já tem a caneta Deus? Vá seguindo o caminho daqui de volta pela estrada e quando passar o rio com a ponte entra na segunda estradinha de barro, não vai errar tá.
Nesta altura as senhoras esforçavam-se para não desatar a rir; mas ela continuou. - Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua, pode ir entrando que não tem cachorro.
As senhoras começaram a indignar-se com a situação. - Olha Deus, a porta está trancada, mas a chave fica debaixo do tapetinho vermelho na entrada, o senhor pega na chave, entra e cura a minha netinha.
Mas olha só Deus, por favor! Não se esqueça de colocar a chave de novo por baixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar a casa...
Nesta altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir pra casa sossegada pois elas eram pessoas de muita fé e Deus, com certeza, iria ouvir as suas preces e curar a menina.
A mulher foi para casa um pouco desconsolada, mas ao entrar na sua casinha sua neta veio correndo para lhe receber. - Minha neta, estás de pé, como é possível? E a menina explicou. - Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora voltando, no entanto, entrou um homem muito alto com um vestido branco no meu quarto e mandou-me levantar, não sei como, eu simplesmente me levantei.
E quase em pranto, a menina continuou. - Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha que se ir embora. Mas, vó. Ele deixou um recado. Pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave debaixo do tapetinho vermelho...
***

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

SAMUEL

Puro amor de minha alma
Estrela linda e brilhante
De rostinho fascinante
Razão desse meu viver
Orgulho, carinho...bem querer.

Es toda a felicidade
Na minha vida meu filho
Razão de todo amor
Iluminando meus dias
Que Deus te abençoe pra sempre
Um anjo em forma de gente
Eu te amarei para sempre.

Suave riso inocente
Infinita admiração
Luz divina e reluzente
Voce meu filho querido
Amor... pulsar do meu coração
Parabéns filho por mais uma etapa escolar concluida a partir de 2010 estarás cursando a 5° série, nova etapa, nova escola, novos amigos e professores. Vá em frente prossiga com seus sonhos e objetivos, mamãe e papai estão aqui para te dar apoio em todos os sentidos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

INVISIVEIS?



Publicado em 17/05/2008 Luciana Romagnolli JORNAL GAZETA DO POVO


Você provavelmente já ouviu a frase “Curitiba quase não tem negros”. Talvez até a tenha repetido. Mas basta dar uma olhada nos número da população da cidade para perceber que a afirmação é equivocada. Sim, na capital paranaense há negros – e não são poucos. São 682 mil, segundo os dados de 2006 de Curitiba e região metropolitana, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A conta soma pretos (93 mil) e pardos (589 mil), as duas categorias de cor de pele em que se divide a etnia negra no Censo. Como a população total da grande Curitiba é de 3,23 milhões, não é preciso mais do que uma regra de três para concluir: 21% dos habitantes são negros. Um em cada cinco.
Para o sociólogo e historiador Hilton Costa, professor do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade Federal do Paraná, essa discrepância entre a realidade numérica e o imaginário comum tem uma explicação: a “invisibilização” da população negra na cidade.
“Esse discurso revela-se em práticas cotidianas, na realização de eventos públicos, nos nomes dados a logradouros públicos, etc.”, exemplifica. “A sociedade curitibana, como bons brasileiros, aceita e trata bem todos os (as) negros (as) desde que eles (as) estejam no seu lugar, ou seja, na senzala, no mocambo e na ordem, nunca na casa grande, no sobrado ou no progresso”, diz.
A opinião é partilhada pela socióloga Marcilene Garcia de Souza, diretora licenciada do Ipad Brasil (Instituto de Pesquisa da Afro descendência), para quem o discurso de harmonia racial, que contempla poloneses e japoneses, não funciona em relação aos negros, que não têm sua história nem importância reconhecidas. Mais: a socióloga observa que paira na cidade a idéia de que os negros que vivem aqui são originários de outras regiões do país, sinal do desconhecimento sobre o passado local de escravidão – e seus descendentes.
Essa noção de invisibilidade, até certo ponto, reflete a distribuição da população negra pela cidade. Segundo Marcilene, os negros foram, historicamente, relegados às regiões periféricas da capital e à região metropolitana, em nome de uma estratégia europeizante de construção da identidade local. “O primeiro mundo acaba a 15 minutos do centro”, ironiza. “Os bairros com maior incidência de negros são aqueles com menor IDH [índice de desenvolvimento humano] e mais vulnerabilidade.”
As pesquisas sociodemográficas apontam para uma situação de desvantagem dos negros tanto em relação ao acesso à educação quanto à renda. A porcentagem de alfabetizados entre os pardos (63%) e pretos (53%) é menor do que a média geral da população da grande Curitiba (70%). A diferença cresce quando se trata de quem tem curso superior completo. Ao todo, 5% da população concluiu o terceiro grau, mas só 1,3% dos pardos e 0,8% dos pretos conseguiram o diploma, segundo o IBGE. Comparados brancos e negros, os primeiros têm em média 9,3 anos de estudos, enquanto pretos e pardos têm 7,4 anos.
“Jovens negros e negras são obrigados a interromper os estudos porque têm que trabalhar e, quando conseguem se manter estudando, têm seu desempenho, por vezes, prejudicado pelo tipo de trabalho que possuem”, analisa Hilton Costa. Há mais fatores em questão: a qualidade baixa da educação à qual têm acesso e a ausência de referências. “A maioria das famílias negras não tem um integrante que tenha cursado o ensino superior”, lembra Marcilena. Falta, então, o exemplo e o incentivo em casa.
Nível menor de instrução se reflete diretamente em renda mais baixa. O salário-médio dos negros é de R$ 677,00 o que corresponde a 60,5% do salário dos brancos (R$1,12 mil), de acordo com dados de 2006 do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). A defasagem é verificada inclusive quando se comparam negros e brancos com o mesmo grau de instrução, em todas as áreas de atividade.

“Negros têm que enfrentar situações limites para atingir posições melhores de trabalho e, quando conseguem, não podem cometer o menor equívoco, sob pena de serem imediatamente acusados de 'estarem no lugar errado'. E aí verificamos que existe na nossa sociedade um lugar para as pessoas negras: as posições de trabalho de maior esforço físico, maior periculosidade e menor rendimento”, afirma Costa.

A conclusão é do sociólogo: “Muitas pessoas negras percebem desde muito cedo que devem fazer qualquer coisa muito melhor que as demais para serem aceitas”.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

SEXTA-FEIRA: 13 VERSOS SOBRE AMOR




I CORINTIOS 13




1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.


2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.


3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.


4 O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,


5 não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;


6 não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;


7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


8 O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará;


9 porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos.


10 Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.


11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.


12 Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.


13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.