Bem-vindos!!!

welcome
bienvenu
bienvenido
bene accetto

terça-feira, 26 de outubro de 2010

SOBRE DESPESAS: LEITE E FRALDAS

FRANCO IACOMINI – IACOMINI@GAZETADOPOVO.COM.Br


De vez em quando aparece alguém que sugere uma coluna sobre quanto custa ter um filho. Normal mente eu faço algum comentário rápido e mudo de assunto – uma técnica que uso nas situações em que eu discordo do interlocutor, mas não acho conveniente entrar em grandes discussões.

Meu problema com essa conversa é que discordo totalmente do seu ponto de partida. Crianças são parte de um projeto de vida, são a continuidade da família, o futuro da nação – escolha o clichê que quiser, só não as reduza a uma despesa. Despesa é um carro zero, que perde 20% do valor quando você tira da concessionária, gasta combustível, é sujeito a impostos. Pior, pode até ser roubado ou batido. Além do mais, não me lembro de nenhum modelo que dê risadas quando você faz cócegas no seu capô. Mesmo assim, tem gente que, para ter um carro na garagem, assume dívidas por três, quatro, cinco anos até. E acha que ter filho é caro. Vai entender...

  • Mas não compreenda mal. Sei também que é muito natural que as pessoas se preocupem com as mudanças que virão no orçamento familiar depois do nascimento de uma criança. Pais e mães querem ser os melhores provedores para seus filhos. “Quero que eles tenham o que eu não tive” é uma expressão que a gente ouve muito, e que espelha essa intenção.







Foi essa a preocupação que enxerguei por trás do e-mail da leitora Márcia. Aos 32 anos, ela conta que “somente agora está batendo a vontade de ser mãe”, e pede que escreva “sobre planejamento e economia para quem está planejando ter filhos”. Para ela, uma boa notícia: não é tão caro assim.

“Filho pequeno gasta pouco”, observa o consultor Raphael Cordeiro, especialista em finanças pessoais e pai de uma menina. “O maior gasto é com educação, e esse só vem mais tarde.” E não faz muito sentido começar antes da gestação um planejamento financeiro com vistas à faculdade da criança, por maiores que sejam as preocupações dos pais com ensino de qualidade. Isso porque muita coisa ainda vai acontecer na sua própria vida financeira.

De início, mesmo, poucas despesas vão surgir. Cordeiro recomenda que a futura mamãe verifique logo se o seu plano de saúde inclui obstetrícia. Se não tiver, será necessário pagar as contas da maternidade, que podem ser um pouco altas. E convém checar isso antes de engravidar, porque as operadoras costumam exigir carência de dez meses para a opção de obstetrícia. As despesas do dia a dia são pouco volumosas. Entre leite e fraldas, o gasto não deve passar de R$ 200 por mês. E a melhor opção para alimentar o bebê continuará sendo o leite materno, que é de graça.

Outro gasto que muitos superestimam é com o enxoval e a reforma do quarto do bebê. “É fácil gastar muito nessa parte”, admite Cordeiro. Mas a família e os amigos sempre ajudam. Um berço do sobrinho, a cadeirinha do carro emprestada ou comprada barato de um amigo cujo filho cresceu... Tudo isso facilita a vida dos pais e dá aos outros a satisfação de participar de um momento de grande alegria para a família. Além disso, há decoração e acessórios para todos os bolsos – felizmente, o mundo não é feito só de Fischer-Price e Chicco. Basta procurar.

Outros itens podem ser obtidos fazendo uma adaptação no orçamento doméstico, sem grandes traumas. E pode ter certeza de que uma criança irá acrescentar muito à sua vida. Provavelmente vai subtrair algumas horas de sono, e o pior é que você vai até gostar.

Criança segura

Uma recomendação de Cordeiro é que os pais pensem em seguro de vida quando têm crianças pequenas. “Um jovem de 18 anos tem condições de buscar uma atividade remunerada se lhe faltar o sustento dos pais, mas um bebê não”, observa.

Tic-tac, tic-tac...

Uma última observação a respeito da tendência de os casais se preocuparem com a estabilidade financeira e a carreira antes de terem filhos: o relógio biológico continua correndo. Segundo dados das Estatísticas do Registro Civil, do IBGE, o porcentual de partos de mulheres com mais de 40 anos tem crescido nos últimos anos. No Paraná, esse índice cresceu de 1,86% para 2,2% do total, no período entre 2003 e 2008 (os dados costumam sair em dezembro, sempre sobre o ano anterior; a estatística de 2009 sai no fim deste ano). No início do período, o porcentual paranaense era inferior à média nacional. No fim, já estava acima (no Brasil, a média é de 2,07%).

O problema disso é que, como toda mulher sabe, há riscos maiores na gravidez tardia. Uma outra tabela do IBGE demonstra isso: em 2008, 5,4% dos óbitos fetais em todo o país ocorreram em gestações nas quais a mulher tem mais de 40 anos. No Paraná, o número é ainda mais alto: 6,22%.

Flechas

“Os filhos da juventude são flechas na mão de um guerreiro. Feliz o homem que enche sua aljava com elas”, diz o Salmo 127. Ou seja: eles atingem os alvos que você não consegue alcançar.

financaspessoais@gazetadopovo.com.br.

sábado, 2 de outubro de 2010

DESPEDIDA


Eu não podia imaginar as coisas que me aconteceriam, o início foi incerto, confuso e incomum, onde todos os estranhos fariam parte da minha vida, onde todos os cantos teriam histórias escondidas. Aqui passei os melhores anos de minha vida, fiz amigos, muitos dos quais, me acompanharão para sempre. Por isso tenho que comemorar!


Esse é um momento especial! É hora de olhar para trás e ver por tudo o que já passei. Sem dúvida, muitas tristezas e conflitos mas, felizmente, por inúmeros bons momentos, de alegria, de vitórias e de cumplicidade.


Devo esquecer aqueles que me impuseram obstáculos infundados e agradecer àqueles que me impulsionaram adiante. É hora, mais do que nunca, de valorizar as amizades e os conhecimentos adquirido.


É pela segunda vez que passo por este momento .

A partir deste mês não faço mais parte do quadro funcional da IEADC. Sabem a “ficha” ainda não caiu.

Mas agora é recomeçar.


Aos da IEADC, meu agradecimento. Meu abraço.

Deus os abençoe!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.


Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão sem vida me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

Fonte: Internet